• Matheus Dantas

O QUE É STORYBEING?

Atualizado: Jan 6

Muito se fala de storytelling, a arte de contar histórias. Contudo, já se fala de algo igual ou talvez mais importante: ser a história. Impulsionado provavelmente pela pandemia, as pessoas já estão mais interessadas em novas narrativas com um protagonismo forte e transformador das marcas. Afinal, é preciso ter claro um propósito, uma razão de ser e existir, ligado muito a que se pode fazer pelo outro.

Esse tema surgiu no blog após a leitura de um artigo que fala sobre isso.


Storytelling + Storydoing


Antes de tudo, é necessário entender o que significa cada um desses termos.

  • Storytelling: uma arte e técnica de contar histórias;

É utilizada para conquistar e engajar pessoas. Uma empresa, por exemplo, pode utilizar isso para conversar com clientes e funcionários. A publicidade também usa bastante desse recurso, para tornar o produto ou serviço mais atrativo.


De forma mais resumida: é a mensagem contada.

  • Storydoing: ir além do contar histórias, construindo e vivendo-as na prática;

Aqui se trata da experiência sentida ao viver uma história, ou seja, nada mais do que mostrar a mensagem que se deseja transmitir ao público.


De forma mais resumida: é a mensagem praticada.


Por serem diferentes, essas duas estratégias podem ser aplicadas em conjunto e assim alcançar todos os públicos de interesse de uma marca.


E assim chega o storybeing


Enquanto se falava sobre contar e, depois, fazer histórias, surge esse novo modelo: ser histórias. Isso se deve pela humanização da marca, ou seja, hoje consumidores buscam por empresas que sejam próximas, transparentes e que, de fato, se preocupem com seus problemas (nesse artigo da Juliana Brêtas, do Meio & Mensagem, você pode entender melhor esse assunto de humanizar).


Para isso, é preciso definir, antes de tudo, a razão de ser e de existência de uma organização, que está ligado, principalmente, a como a vida das pessoas podem ser transformadas. Esse propósito pode ser transmitido através de experiências, muitas que vezes carregadas de emoção, quando necessário, para gerar memória nos públicos, o que contribui para o fortalecimento da marca.


Com tudo isso, a transparência é fundamental para se conectar com as pessoas. Storybeing entra nesse sentido, indo além de ações específicas de impacto, pois, através dele, embora marcas contem sua história, são os público quem as fazem. É um termo novo que pode ganhar força, basicamente retornando ao essencial: focar nas pessoas e transformá-las através de seus produtos e serviços, seja uma empresa, seja um profissional.


Em suma, sempre gerará uma melhor reputação para uma marca sentir, pensar, fazer e dizer na mesma harmonia. Dito assim, quem somos como marca define o que dizemos e o que fazemos. E não o contrário. (Damian Martinez Lahitou)

Um exemplo prático


A Magazine Luiza e sua história de mulheres no mercado de trabalho. A CEO é uma mulher e criou as cotas na empresa e colaboradoras em cargos de liderança. Também emprega mulheres que sofreram violência doméstica e, inclusive, criou um canal de denúncias no aplicativo para as consumidoras que sofrem com isso. Ainda tem a influenciadora e assistente virtual "Lu".


Antes de contar histórias sobre mulheres no mercado de trabalho, a Magazine Luiza é a própria história e o próprio exemplo. Isso é o storybeing, é ser a história para as pessoas contarem.


O que achou do storybeing? Já tinha ouvido falar sobre isso?

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